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24 de julho de 2011

Manhã de domingo no Chiado


Largo Luis de Camões, Lisboa

Electrico, Lisboa
Igreja dos Italianos de Nossa Senhora do Loreto, Lisboa

Largo do Chiado, Lisboa
 
Café "A Brasileira", Lisboa


Basílica de Nossa Senhora dos Martíres, Lisboa

Varandas floridas na Rua Garrett, Lisboa

Armazéns do Chiado, Lisboa

Rua Serpa Pinto, Lisboa


Largo do Chiado, ao fundo à esquerda Igreja da Encarnação, Lisboa


Estátua de António Ribeiro Chiado, Lisboa


18 de julho de 2011

Viagem no interior

Desdobro, cuidadosamente, o mapa do meu Mundo.
Interrogo-me sobre o melhor percurso. Questiono facilidades/dificuldades do destino a traçar.
Hesito aqui. Avanço ali.
Sinto, que o caminho escolhido será o melhor.

13 de julho de 2011

Verão em Lisboa

Enquanto muitos vão a banhos lá fora, eu fico por cá.
Por vezes quase me sinto em férias. Turista entre turistas numa esplanada ao fim do dia.
No aeroporto, carregam malas em partidas e chegadas, eu confirmo se o avião chega a horas ou despeço-me entre abraços...
Entre tudo isto e a rotina "quase" normal, namoro Lisboa.
Castelo de S. Jorge, Lisboa

21 de junho de 2011

Vite! Vite! Vite!

Anos setenta. Religiosamente, todas as quintas-feiras, a minha mãe comprava a "Crónica Feminina". Lembro-me que tinha um folhetim aos quadradinhos mas, o que recordo mais vivamente, no final da dita a "Crónica Infantil", claro está dedicada aos mais pequeninos. Foi aí, nesse espaço que vi pela primeira vez uma história minha em letras de imprensa. Não recordo pormenores, nem lembro a história, ( um dia destes vou ao baú e quem sabe partilho convosco). Mas, lembro sim, a ansiedade de ver ou não, na semana seguinte a publicação. Não. Fiquei triste, teria de escrever outra, mais bonita, vista e revista, sei lá. Mas, na semana seguinte, ali estava, a minha história, para muitos meninos lerem, com o meu nome e idade.
Passaram anos, de muitas histórias escritas, em diários e cadernos de cores.
Era Janeiro e, num dia, por mero acaso, pois não era habitual, à terça-feira, comprei o Diário de Notícias.
E, ali estava ele, o DN Jovem! Um suplemento que publicava textos, desenhos e fotos de jovens que queriam mostrar o seu talento. "Próxima semana tema livre-entrega de trabalhos até ao dia x". Ai que ansiedade! Procurei entre coisas escritas mas não encontrei nada que que fosse digno de, supostamente, ser aceite.
Nessa noite, ao dar o aconchego ao meu filho que já dormia, surgiu, de repente. A minha primeira carta para ele. A esferográfica correu veloz na folha em branco. Li e reli. Reescrevi. Coloquei num envelope e, no dia seguinte, no marco do correio. E, a próxima terça-feira difícil de chegar.
Fui bem cedo comprar o jornal. Emocionada, vi o meu trabalho publicado.
Há uns anos criei um blogue. Sou preguiçosa e irritava-me não conseguir que tudo aparecesse como eu queria. Desisti. Gosto de partilhar e pensei, em alternativa de escrever, anexar em mail e enviar aos amigos...eis que estou aqui!
Embora existam ferramentas que ainda não domino (isto com tempo vai e estou mais paciente!), consegui.
Escrevo o texto, corto aqui, acrescento ali, releio e...clique! Já está! Adiciono no facebook e, de seguida, aparecem comentários, mensagens. Espreito nas "estatísticas" e há gente em três continentes a visualizar. Espectacular! Acreditem, a vontade é escrever mais e mais. E gosto porque me dá enorme prazer.

Nota: Não tenho jeito para títulos, não é só por gostar da língua francesa, mas em francês soa mais rápido.